Eu não sei pra onde vou
e muito menos onde estou.
Eu só sei que estou andando
e sei também que estou em uma missão.
Para onde eu não sei, muito menos quando chegarei.
Nessa estrada estou à muito tempo,
Mas ainda não vi um fim.
Eu paro. Perco as forças.
Sento, vejo meu coturno velho e surrado
e penso assim estar.
Mas ao ver o vento levar as folhas mortas,
que simplente foram abandonadas,
percebo que é assim que me sinto. Morta. Simplesmente abandonada.